A canção Tropicalista e seus objetos não identificados

A canção Tropicalista e seus objetos não identificados

O Fim da Canção no. 9 Os tropicalistas buscaram eliminar as fronteiras de duas concepções vistas como incompatíveis por algumas correntes de pensamento da época: a música nacional e a guitarra elétrica, a tradição e o pop. E mostraram que não era mais possível ignorar o mercado. José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski exploram as peculiaridades de “Não identificado” e de “Baby”, composições de Caetano Veloso, para falar das canções produzidas no movimento. Repertório Não identificado (Caetano Veloso) – Gal Costa Caprichos do destino (Pedro Caetano e Claudionor Cruz) – Orlando Silva – trecho Namoradinha de um amigo meu (Roberto Carlos) – Roberto Carlos – trecho Não identificado (Caetano Veloso) – Caetano Veloso – trecho Marcianita (José Imperatore Marcone e Galvarino Villota Alderete, versão de Fernando César) – Caetano Veloso – trecho Baby (Caetano Veloso) – José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski É preciso saber viver (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) – Roberto Carlos – trecho Parque industrial (Tom Zé) – Caetano Veloso, Gilberto Gil e outros – trecho Alegria, alegria (Caetano Veloso) – Caetano Veloso – trecho Tropicália (Caetano Veloso) – Caetano Veloso – trecho Panis et circencis (Caetano Veloso e Gilberto Gil) – Os Mutantes Sonoplastia: Uirá Vital Locução: Marta Fonterrada Produção e Edição: Caia Amoroso Supervisão: José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski Arte: Marcela Souza sobre foto de Alessandra Fratus

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